21 de out de 2013

Cerberus: Entre Cobras e Ursos - Leonardo Monte



Em primeiro lugar, gostaria de agradecer ao Leonardo Monte pela dedicatória. Foi o meu primeiro livro autografado, e só com o carinho demonstrado, você já ganhou meu coração. ^^

A primeira impressão que tive do livro foi ótima. A arte da capa é linda, as folhas são ótimas ao toque e a fonte é muito confortável à visão. 

Uma coisa que achei interessante, é que no inicio de alguns capítulos, há uma pequena passagem de introspecção do protagonista. A mescla entre a narração em primeira pessoa e a narração em terceira pessoa foi feita de maneira bem diferente da convencional (ao menos eu não consigo me lembrar de nenhum outro autor que tenha feito isso). O melhor de tudo é que esse recurso não tornou a história confusa, pelo contrário, a deixou até mais interessante.

Eu amo cenários caóticos, principalmente quando se passa no Brasil. Tudo culpa do Sr André Vianco que me encantou completamente com Bento/O Vampiro-Rei I. No cenário de Cerberus – Entre Cobras e Ursos, a tecnologia foi extinta e os seres extraplanares - tipo vampiros e demônios diversos – fizeram da vida na terra um suplicio. Para combater a esse mal, existem, ao redor do mundo todo, Instituições especializadas em formar caçadores. No Brasil, a principal escola se chama Cerberus. Essa escola tem por especialidade o combate e tudo o que pode ser usado contra os extraplanares. Estamos falando de um lugar que ensina a rezar, a ter fé. (São diferenciais como esse que me fazem gostar de uma história)

Para quem gosta de leituras mais dinâmicas (como eu), adorará a trama de Cerberus. A cada 40 ou 50 paginas você se depara com um pico de adrenalina diferente, seja ele de menor ou de maior intensidade. O maior de todos, é o que fecha o primeiro livro da série (por sinal, que final irado!).

Fiquei realmente muito contente em poder conhecer o livro. A narração é bem feita (inclusive nas lutas corpo a corpo), a história é interessantíssima, envolvente, bem contada e muito divertida de se ler. 

Outra coisa que me chamou atenção foi a escolha do subtítulo. Geralmente, é algo bem escancarado, o nome de um personagem, um objeto que se destaca na história ou uma lenda. Nesse livro, a razão do nome conseguiria muito bem passar despercebido aos leitores menos atentos. 

É, de longe, uma das melhores leituras que fiz esse ano.

4 comentários:

  1. Oi Luiza,
    tudo bem?
    Sou do seu grupo Blogueiros Literários, vim conhecer o blog e já estou te seguindo. Depois poderia seguir o meu também?
    O Leonardo é meu parceiro, eu até já fiz a resenha do livro dele, se quiser depois confere lá no meu Cantinho. Eu adorei a história, é muita adrenalina mesmo!!!
    Sucesso para o Leo e parabéns pela resenha.
    Beijos.
    Cila- Leitora Voraz
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  2. Oi Luiza,
    ainda não conhecia o livro e confesso que a trama parece ser bem envolvente.
    Gosto de leituras com bastante adrenalina e que o leitor não sabe o que esperar na próxima página.
    Já anotei a dica e assim que der pretendo ler.

    Beijinhos
    Books and Movies
    http://leiturae7arte.blogspot.com.br
    @BooksAndMovies_

    ResponderExcluir
  3. Oi Luiza!!!!
    Acabei de conhecer esse livro no grupo Bookaholics, e conversando com o autor ele me disse que você é uma blogueira capixaba assim como eu :)
    Amei sua resenha! Fiquei ainda mais interessada, assim como você tenho paixão pelos livros do Vianco, uma pergunta, esse livro tem um cenário parecido com o livro Bento?

    Bjs
    Jéssica Rodrigues
    http://lilianejessica.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir
  4. Jéssica, ambos se passam em território brasileiro. E os dois são ambientados em uma era caótica (no caso de Bento e os Vampiros-Rei)...
    No mais, acho que é isso...

    ResponderExcluir

Então, o que achou da postagem?
Vamos, não se acanhe! Será muito prazeroso ouvi-lo! (Mas seja educado por favor. ^^)
Ah sim! Se você tiver um blog, deixe seu endereço para que eu possa retribuir a visita. ;)