29 de jan de 2014

A Traição - Christopher Reich



Emma e Jonathan seguiram caminhos separados depois dos acontecimentos de A Vingança. Ela voltou a trabalhar para o governo americano (ou para o governo russo...). Ele se embrenhou em uma região isolada e esquecida do Oriente Médio para exercer sua medicina.

Como já disse antes, é complicado falar sobre romances de espionagem, o risco de spoiler é (muito) alto. Fora que a história é traiçoeira, você não sabe até que ponto as suas suposições estão certas, ou o que é papo furado.

Enquanto trabalha numa cirurgia restauradora, ele é abordado por um perigoso terrorista que exige que o médico vá curar seu pai. As coisas acabam fugindo do controle e Jonathan se vê novamente lutando pela própria vida. Pouco tempo depois de ser, novamente, usado e manipulado pela Divisão, ele conhece o homem por trás da organização secreta americana: Frank Connor, que o procura e o coloca a par do que tem acontecido com Emma. Ele lhe diz que ela foi capturada e torturada por um dos homens mais cruéis que o mundo já viu, e que, ao que tudo indica, ela agora é refém de um perigoso traficante de armas que pretende usá-la para resgatar um míssil nuclear 15 vezes mais potente que a bomba de Hiroshima.

Jonathan não gosta da idéia de ajudar a Divisão. Mas ele quer resgatar sua esposa, e fará de tudo para acabar com o homem que a torturou. E dessa vez, ele terá o treinamento necessário para jogar o jogo da espionagem mundial.

A propósito, a imagem do Jonathan que minha mente formou é idêntica ao Karl Urban, e se querem saber, existem muitas indiretas que me fizeram chegar a ele e é por causa dessas referencias (e da virada de jogo do Jonathan) que eu vou manter a coleção de Christopher Reich na minha estante. Não é que a história seja ruim, pelo contrário, ela é ótima. Bem escrita, bem narrada e de personagens bem coerentes. A Farsa é maravilhoso. A Vingança é ótimo. A Traição é... Uma ótima história depois da pagina 170. kkkk

Não posso falar que o final foi surpreendente. Comecei a suspeitar do final de Jonathan ainda no A Farsa (tava na cara que ele nunca foi somente um médico). O de Emma... Bem,  algumas coisas em A Vingança me fizeram suspeitar de algumas coisas (que A Traição confirmou), embora eu tenha errado no desfecho.

Esse é o meu Jonathan  <3
O que mais gostei, realmente, foi da narrativa: sem rodeios, de capítulos curtos e dinâmicos. Os narradores se alternavam, mas não eram identificados nos inícios do capítulo. E não, isso não tornava a leitura confusa. Cada personagem tinha seus vícios de pensamento e Modus operandi próprio, isso facilitava na identificação do personagem da vez.

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