20 de jul de 2014

The Cape – 1ª Temporada


A série se passa na fictícia Palm City, Califórnia, onde Vince Faraday, um detetive honesto decide deixar a força policial depois de testemunhar o assassinato do novo chefe de polícia por um criminoso misterioso conhecido como "Chess". Vince aceita uma oferta de trabalho para uma empresa de segurança privada chamada ARK, comandada pelo bilionário empresário Peter Fleming. A ARK está sendo cotada como empresa que comandará a força policial de Palm City.

Ao receber um e-mail de um blogueiro conhecido apenas como "Orwell", Faraday e seu parceiro, Marty Voyt, encontram um trem de carga de propriedade da empresa de Fleming que está levando explosivos dentro de brinquedos. Voyt trai Faraday e o entrega para o "Chess", que revela-se ser Peter Fleming, CEO da ARK. Fleming consegue fazer parecer que Faraday é o procurado criminoso "Chess" e envia sua equipe de segurança para captura-lo (televisionada pelos canais de notícias), terminando com uma explosão de um tanque.

A cidade inteira (incluindo a família de Faraday) agora acredita que Faraday é "Chess" e que está morto graças a ação da ARK. Faraday na verdade é levado ao "The Carnaval of Crime", um circo itinerante dedicado a assaltos a banco. Seu líder, Max Malinni, treina Faraday para usar uma capa preta especial contra seus inimigos, além de outros truques ilusionistas utilizados no circo. Max convence Faraday para não revelar sua identidade, pois isso colocaria em perigo a sua esposa e filho. Ele então decide lutar contra a corrupção Palm City e limpar seu nome, adotando o rosto do herói inspirado no gibi "The Cape", preferido do seu filho Tripp de 9 anos.

The Cape, é uma daquelas séries que não fez sucesso, mas que eu amarrei de ter assistido. Vou deixar aqui como uma dica para quem quiser se aventurar por uma série desconhecida.

Para vocês terem uma ideia do fracasso que foi, a primeira temporada deveria ter sido composta por trezes episódios. No entanto, o baixo índice de audiência fez que que o número fosse reduzido para apenas dez. 

O que eu acho que fez essa série não dar certo é o fato de que a história em quadrinhos em que herói é baseada não colou. Se vocês pensarem bem, esse monte de adaptações que está lançando por aí são histórias que de uma maneira ou de outra, já fazem parte do nosso cotidiano, que já possuem alguma leva de fãs seja dentro ou fora do público mais “especializado” na área. The Cape foi um comic completamente criado pela série. Talvez por isso quem goste de quadrinhos não levou a série a sério. Outra coisa, os personagens não são lá muito atraentes. Uma coisa puxou a outra e enfim, deu no que deu.

Mas tem uma coisa que, a meu ver, salva a série (ou pelo menos a torna menos ruim): o vilão. Peter Flemin e Chess se completam não só pelo fato de os dois serem personalidades da mesma mente, mas por terem uma maneira de agir (e por que não dizer personalidade) ao mesmo tempo semelhantes e distintas: O primeiro é um industrial calculista, que, como todo capitalista quer acumular poder e dinheiro. Já o segundo... Bem, o segundo não se importa em colocar tudo para pegar fogo no processo para realizar isso. A bem da verdade, você passa o seriado quase todo tentando descobrir se Chess é uma segunda personalidade de Peter Flemin ou se é uma entidade quase possessiva. É essa parte que é massa!

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