15 de jan de 2017

Driven - K. Bromberg


Um dos momentos mais incríveis do ano passado foi o Encontro de Blogueiros da Universo dos Livros na Bienal de São Paulo. Além do encontro com o príncipe Adam e com a Belle (que me levou às lágrimas, ganhei um kit com cinco livro da editora. Driven foi um deles.

A Corporate Care é uma empresa que se dedica a arrecadar e administrar fundos e projetos filantrópicos. Seu mais recente evento de arrecadação está sendo comandado por Rylee Thomas, uma mulher que está acostumada a ter o controle sobre todos os fatores que a cercam, especialmente sua vida pessoal. Durante o evento, enquanto cuidava de um imprevisto surgido, Rylee fica presa no depósito e seu pânico a invade. Desesperada, ela grita e esmurra a porta, implorando por resgate.

De repente a porta se abre e ela esbarra em um belo exemplar do sexo masculino: um metro e noventa, ombros largos, pele bronzeada e que parece levar um letreiro neon gritando "MACHO ALFA" ao mundo. O mais estranho é que a mera presença dele faz com que todos os medos (e até um pouco do juízo) de Rylee sumam quase instantaneamente.

Colton Donovan é um piloto de corridas vencedor que está sempre sobre os holofotes. Dono de uma ferocidade dominadora, ele sempre joga para vencer... E agora ele quer Rylee, e fará de tudo para consegui-la. Tipo, de tudo mesmo, inclusive dar um lance de 25 mil dólares por um encontro com ela no leilão beneficente e fazer um projeto de mais de 1.5 milhões para o projeto beneficente mais amado dela.

Parece ser um discurso meio clichê. E, de fato, Driven está um tanto cheio deles. Mas as diferenças no enredo marcam vários pontos a favor deste livro. Para citar algumas, ao invés do CEO discreto e engravatado, o ambiente que ele domina são as pistas de corrida e toda a adrenalina que elas envolvem. Conton faz mais o estilo "adolescente que aproveita a vida" do que "adulto precoce que construiu seu império".

E só para registro, fiquei mais cativada pela Rylle do que pelo Colton. Talvez por saber pouco dele, ou pela maior parte dos clichês da história serem associados a ele, mas me peguei mais ansiosa pela evolução da parte dela da história do que outra coisa.

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