13 de out de 2017

Lançamentos de Setembro e Outubro - Catálogo Literário Grupo Editorial Record



TRÓPICO DE CÂNCER
Henry Miller

Publicado orginalmente em 1934, em Paris, Trópico de Câncer foi imediatamente proibido em todos os países de língua inglesa. Tachado como pornográfico, assim como seu sucessor Trópico de Capricórnio, só foi liberado nos Estados Unidos e na Inglaterra nos anos 1960, aclamado como parte da revolução sexual. O livro foi celebrado pelos maiores intelectuais da época e se tornou um dos grandes clássicos da literatura americana. Samuel Beckett o saudou como ―um evento monumental da história da escrita moderna‖. E outros nomes como T. S. Eliot, Ezra Pound e Lawrence Durrell também notaram rapidamente o talento de Miller.

Nascido em Nova York, em 1891, Henry Miller é considerado o percursor do estilo subversivo nos anos 1930.

Suas principais obras são Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio e a trilogia Sexus, Plexus e Nexus.


TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO
Henry Miller


Sucessor de Trópico de Câncer. Publicado originalmente em 1939, este livro foi aclamado como parte da revolução sexual.

Trópico de Capricórnio mantém a sexualidade e o erotismo em primeiro plano, porém não é simplesmente uma repetição dos temas e do estilo apresentados em Trópico de Câncer. Por meio de uma narrativa ainda mais densa e subjetiva, Henry Miller desfia seu passado em Nova York durante os anos 1920 – antes de embarcar para Paris e fazer da capital francesa a sua festa individual.

Nascido em Nova York, em 1891, Henry Miller é considerado o percursor do estilo subversivo nos anos 1930.

Suas principais obras são Trópico de Câncer, Trópico de Capricórnio e a trilogia Sexus, Plexus e Nexus.


NIETZSCHE E A VERDADE
Roberto Machado

Livro imprescindível para compreender um dos principais eixos da filosofia nietzschiana, esta edição revista de Nietzsche e a verdade apresenta os aspectos crítico e afirmativo do pensamento genealógico, privilegiando a análise nietzschiana da razão e explicitando suas relações com a arte e a moral.

Edição revista de um dos mais importantes livros de Roberto Machado.

Imprescindível para compreender as ideias de Friedrich Nietzsche, um dos filósofos que mais despertam o interesse do grande público;
Livro adotado em universidades e cursos livres.

Roberto Machado é professor titular aposentado do Departamento de Filosofia da UFRJ. Ministra cursos na área de filosofia e participa de conferências em todo o país.

Autor de títulos importantes, organizou Microfísica do poder, de Michel Foucault, e coordena a Coleção Biblioteca de Filosofia, responsável por apresentar o pensamento de Foucault e de Gilles Deleuze ao Brasil.


POLÍCIA FEDERAL: A LEI É PARA TODOS
Carlos Graieb e Ana Maria Santos


A Polícia Federal é protagonista na história da Operação Lava Jato, mas sua atuação impõe uma discrição que instiga a curiosidade sobre os bastidores de suas atividades. Ao acompanhar os policiais
envolvidos em cada etapa da investigação, em ritmo de thriller, Ana Maria Santos e Carlos Graieb apresentam o olhar inédito da instituição sobre uma das maiores operações de combate à corrupção da história. Nunca antes um livro expôs tão detalhadamente todas as nuances — decorrentes de dúvidas e incertezas e consequentes de pressões de ordem política — do trabalho do policial.

Inspirou o filme Polícia Federal: A lei é para todos, dirigido por Marcelo Antunez, com produção da Downtown Filmes e estreia marcada para 7 de setembro.


CARTAS A UM JOVEM POLÍTICO
Fernando Henrique Cardoso

Em Cartas a um jovem político, Fernando Henrique Cardoso, presidente da República por dois mandatos consecutivos, volta-se aos jovens, buscando despertar neles a vocação política e a ideia de que é possível construir um mundo melhor por meio da política.

Livro de Fernando Henrique Cardoso para jovens volta às livrarias pela Civilização Brasileira, com conteúdo atualizado.

Renovação da política é um tema que está sendo muito discutido na mídia.

O título dialoga com crescente de interesse e participação de jovens na política desde junho de 2013, em busca de mudanças.

Autor assíduo na lista dos mais vendidos: A miséria da política, A arte da política e A soma e o resto venderam mais de 100 mil cópias.


SILAS MARNER: O TECELÃO DE RAVELOE
George Eliot

Silas Marner: O tecelão de Raveloe é a história de um tecelão de linho que foi traído por seu melhor amigo e acusado de um roubo que jamais praticara. 

Desencantado com as pessoas e com a religião que o condenaram, ele abandona para sempre o lugarejo onde nasceu e morava. Notável por seu forte realismo e seu tratamento sofisticado de uma variedade de questões que vão desde a religião à industrialização de comunidade, Silas Marner desmascara e combate preconceitos, privilégios, desvios de conduta e ambições tortuosas que se revelam até hoje enquistados na sociedade. 

George Eliot, pseudônimo que Mary Ann Evans adotou, foi uma das maiores autoras vitorianas. Sua obra Middlemarch é considerada um dos maiores romances do século XIX.

Também é autora de O carpinteiro do vale dos fenos, O moinho à beira do rio, Daniel Deronda, entre outros.


A QUEDA (NOVA EDIÇÃO)
Albert Camus

Um advogado francês faz seu exame de consciência num bar de marinheiros, em Amsterdã. O narrador, autodenominado ―juiz-penitente‖, denuncia a própria natureza humana misturada a um penoso processo de autocrítica.

Um dos grandes escritores do século XX, Camus recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, três anos antes de sua morte. Entre suas maiores obras estão O estrangeiro, A peste e A queda. Só no Brasil, o autor já vendeu mais de 300 mil exemplares.

A Editora Record irá relançar este ano, com projeto gráfico novo, toda a obra da Albert Camus como parte das comemorações dos 60 anos do Prêmio Nobel do autor.

"Camus é notável. Com argúcia, elegância, ironia e inteligência requintada, perturba a confiança e angustia o homem contemporâneo." San Francisco Chronicle


A PESTE (NOVA EDIÇÃO)
Albert Camus

Romance que destaca a mudança na vida da cidade de Orã, na Argélia, depois que ela é atingida por uma terrível peste, transmitida por ratos, que dizima a população.

Um dos grandes escritores do século XX, Camus recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, três anos antes de sua morte. Entre suas maiores obras estão O estrangeiro, A peste e A queda.

Só no Brasil, o autor já vendeu mais de 300 mil exemplares.

A Editora Record irá relançar este ano, com projeto gráfico novo, toda a obra da Albert Camus como parte das comemorações dos 60 anos do Prêmio Nobel do autor.

"Extraordinário. Há passagens neste livro que os leitores jamais vão esquecer." Spectator

"Obra de tal importância para o nosso tempo que rejeitá-la seria o mesmo que blasfemar contra a alma humana." The New York Times Book Review


CRÔNICAS DO GOLPE
Felipe Pena

De leitura fluida, as crônicas apresentam como essa trama foi arquitetada nos bastidores de Brasília e como uma presidente da república, eleita democraticamente, pôde ser retirada do poder por um Congresso Nacional encharcado de acusações de corrupção e sem que nenhum crime de responsabilidade conseguisse ser demonstrado. 

Nestas Crônicas do golpe o autor conversa com o leitor, e, sobretudo, faz um ótimo resumo do nosso tempo, mostrando os efeitos do golpe no dia a dia.

Felipe Pena é doutor em Literatura pela PUC-Rio, com pós-doutorado em Semiologia da Imagem pela Universidade de Paris/Sorbonne III. Colunista do jornal Extra, diretor da Sociedade Brasileira de Estudos da Comunicação e conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa.

Autor de 15 livros, entre eles os romances Fábrica de diplomas, O marido perfeito mora ao lado e O verso do cartão de embarque. Foi finalista do Prêmio Jabuti duas vezes: em 2011 com o livro Seu Adolpho e em 2013, com o livro No jornalismo não há fibrose.


A SÁBIA INGENUIDADE DE DR. JOÃO PINTO GRANDE
Yuri Vieira

Você precisa de um Pinto Grande na sua vida. Calma! Sem ofensas. Este livro não é uma piadinha. 

Pinto Grande, o herói dos contos de Yuri Vieira, é advogado, brasileiro, vítima de bullying desde o tempo em que a palavra não existia, e aprendeu a rir de si mesmo para ser capaz de secar as lágrimas alheias. É o vizinho de todos nós, sempre com uma palavra de sabedoria para quem mergulhou nas águas profundas do absurdo cotidiano — seja na rua, no metrô, na ex-Iugoslávia ou na internet profunda. Com uma prosa afiada e divertida, os sete contos deste livro abrem caminhos de humor e ironia para a redenção da arte narrativa brasileira.

Yuri Vieira é escritor e cineasta. Cresceu entre São Paulo, Rio de Janeiro e Goiás, e morou no Equador, onde publicou, no jornal El Dia, seus primeiros contos e crônicas. Cursou cinema com Nélson Pereira dos Santos na Universidade de Brasília e residiu durante dois anos com a escritora Hilda Hilst, de quem foi secretário pessoal. Publicou seu primeiro livro, A tragicomédia acadêmica, em 1998 e dirigiu seu primeiro curta-metragem de ficção, Espelho, em 1997.

Trabalha hoje como roteirista e diretor de audiovisual.


O HOMEM REVOLTADO (NOVA EDIÇÃO)
Albert Camus

Muito mais do que um ensaio, é uma obra contra os crimes de Estado, com destaque para aqueles ocorridos durante o regime stalinista. O autor mostra toda a sua personalidade por si só revoltada, com o objetivo da superação e da procura de um caminho, já que termina de escrever o livro alguns anos após o
fim da Segunda Guerra Mundial.

Só no Brasil, o autor já vendeu mais de 300 mil exemplares.

Um dos grandes escritores do século XX, Camus recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, três anos antes de sua morte. Entre suas maiores obras estão O estrangeiro, A peste e A queda.

A Editora Record irá relançar este ano, com projeto gráfico novo, toda a obra da Albert Camus como parte das comemorações dos 60 anos do Prêmio Nobel do autor.

"Não há dúvidas de que o espírito de revolta, cujo vértice é a dignidade humana, nos permite melhorar o mundo." Revista Época


DIÁRIO DE VIAGEM (NOVA EDIÇÃO)
Albert Camus

Este Diário de viagem de Albert Camus, publicado na França em 1978, traz as impressões anotadas pelo escritor em duas viagens: aos Estados Unidos, em 1946, e à América do Sul (principalmente o Brasil) entre junho e agosto de 1949.

São de leitura obrigatória para o leitor brasileiro os comentários aguçados feitos pelo pensador francês sobre este ―país em que as estações se confundem umas com as outras; onde os sangues misturam-se a tal ponto que a alma perdeu seus limites.

Só no Brasil, o autor já vendeu mais de 300 mil exemplares.

Um dos grandes escritores do século XX, Camus recebeu o Prêmio Nobel de Literatura em 1957, três anos antes de sua morte. Entre suas maiores obras estão O estrangeiro, A peste e A queda.

A Editora Record irá relançar este ano, com projeto gráfico novo, toda a obra da Albert Camus como
parte das comemorações dos 60 anos do Prêmio Nobel do autor.


SAUDADES DOS CIGARROS QUE NUNCA FUMAREI
Gustavo Nogy

O ensaio breve é uma arte que exige graça e agilidade. Gustavo Nogy é, nele, uma espécie de ginasta olímpico. Tem de ser: não há texto neste livro que não dê volteios em torno da dificuldade que é viver aqui, neste mundo, neste país, nestes anos. O autor ora desfere contra essa mania atual de endeusar os filhos, ora faz você se perguntar por que descer ao litoral no feriado – lentamente, a 20 km por hora no congestionamento – parece uma maneira eficaz de escapar de tudo, se tudo e todos estão indo junto com você. Em um texto, relembra os tapas na nuca que a mãe lhe dava quando ele chorava na escola, como Proust relembrava as suas madeleines – como um sabor inefável e insubstituível perdido no tempo.

No texto seguinte, desconcerta com a comparação entre as revistas masculinas e as femininas, e a conclusão de que elas são um bocado parecidas. Ao final, Gustavo se torna para o leitor um bom amigo. Que provoca, que diz as coisas como as coisas são, que às vezes até ultraja. Mas que nunca perde o humor nem a vontade de ouvir – e a de conversar, em boa prosa.

Gustavo Nogy é jornalista e escritor.


NAS ÁGUAS DESTA BAÍA HÁ MUITO TEMPO
Nei Lopes

Em uma viagem por ruas, praças, morros, mares, rios, praias, mangues e ilhas de um Rio de Janeiro secreto e cheio de mistérios, Nei Lopes traz em seus contos os ecos de uma cidade quase selvagem, de lugares encantados e palavras em desuso, como se para salvá- los do esquecimento. O leitor se pergunta: será que essa gente existiu, será que tudo isso aconteceu? Não importa. O que importa é se deixar levar e embarcar nessa nau mágica junto com o autor, que abre caminho por um Rio de contrastes, mistérios, diversão e medo — um Rio largo e profundo como as águas de sua baía.

Nei Lopes é autor de Casos crioulos, Dicionário banto, Enciclopédia da diáspora africana, Kitábu, Dicionário da antiguidade africana (Civilização Brasileira) e 20 contos e uns trocados (Record), entre outros. 

Em 2016, ganhou o Prêmio Faz Diferença, do jornal O Globo, por suas contribuições na literatura. No mesmo ano, recebeu o Prêmio Jabuti nas categorias Melhor Livro de Não Ficção e Livro do Ano por Dicionário da história social do samba (Civilização Brasileira), em coautoria com Luiz Antonio Simas.


DIÁRIO DO CONDE D’EU
Rodrigo Goyena Soares

Pela primeira vez o leitor tem acesso integral ao Diário do Conde d’Eu. Escrito em francês entre março de 1869 e abril de 1870 – a dois dias da partida do Conde para a Guerra do Paraguai até seu retorno, ao fim da operação –, o diário foi transcrito, traduzido e anotado pelo historiador Rodrigo Goyena Soares. Esta edição reúne ainda prefácio do historiador Ricardo Salles, cronologia e encarte. 

Primeira tradução do Diário do Conde d’Eu, escrito durante a Guerra do Paraguai.

Rodrigo Goyena Soares, responsável por organização, tradução e notas, participará da FLISI - Festa Literária da Serra Imperial.

Posfácio da historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz e do historiador Ricardo Salles.

Rodrigo Goyena Soares é cientista político e historiador, doutorou-se em História Social pela Unirio, é mestre em Relações Internacionais pelo Institut d’Études Politiques de Paris (Sciences Po). Foi pesquisador-visitante no Departamento de História da New York University (NYU).


ESTADO PÓS-DEMOCRÁTICO: NEO-OBSCURANTISMO E GESTÃO DOS INDESEJÁVEIS
Rubens R R Casara

Primeiro livro brasileiro que analisa como a estrutura do neoliberalismo atua nas instituições que deveriam assegurar o jogo democrático. 

Sensações de descrença na política, justiça seletiva, crescimento do pensamento autoritário, opressão da população pobre e negra são algumas das percepções relacionadas ao estabelecimento do Estado Pós- Democrático.

Rubens R R Casara é juiz de direito do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, colunista do Justificando, da Carta Capital. Leciona na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca/Fundação Oswaldo Cruz e na PASSAGENS – Escola de Filosofia. Foi coordenador na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro e é membro da Associação Juízes para a Democracia e do Corpo Freudiano – Escola de Psicanálise.


DEGAS, RENOIR E O RELÓGIO DE ORFEU
Simon Goodman

Degas, Renoir e o relógio de Orfeu, de Simon Goodman, é a história real de sua busca pela coleção de arte que os nazistas roubaram de sua família. Através de um trabalho minucioso de investigação, Simon foi capaz de provar que muitas obras pertenciam a sua família e, assim, conseguiu reavê-las. Com o auxílio de alguns parentes, deu início ao primeiro caso de saque nazista a ser resolvido nos Estados Unidos.

Nascido em Londres logo após a Segunda Guerra Mundial e educado no Liceu Francês em Londres e na Universidade de Munique, Simon Goodman entrou no ramo musical no fim dos anos 1960.

Goodman mora com a esposa, a atriz May Quigley, e seus quatro filhos em Los Angeles, onde ele continua buscando os tesouros de sua família.


ÉTICA
Adolfo Sánchez Vázquez

Neste volume, Adolfo Sánchez Vázquez introduz o leitor aos problemas fundamentais da Ética. Por meio de linguagem clara e acessível, com rigor teórico e observando as exigências de fundamentação e investigação sistemática, o autor examina os fatores sociais que contribuem para a prática da Moral.

Clássico sobre ética publicado desde a década de 1970 volta com nova capa.

Orelha de Mario Sergio Cortella, filósofo e autor best-seller.

Com os escândalos de corrupção política, discussão sobre a ética tem tido destaque na mídia.

Adolfo Sánchez Vázquez foi um dos mais importantes filósofos contemporâneos, referência na área de ética, filosofia política, entre outros.


ELES NÃO USAM BLACK-TIE
Gianfrancesco Guarnieri

Eles não usam black-tie, que sempre obteve excepcional êxito onde quer que seja encenada, tendo ganhado vários prêmios em sua versão cinematográfica, marcou o início do que pode ser chamado ―o teatro novo brasileiro‖. A peça parte, sem dúvida, de uma visão de mundo romântica. Pressupõe uma série de valores básicos, imutáveis, através dos quais os problemas surgem, fazendo estourar conflitos em que os homens se debatem.

Por outro lado, a peça apresenta muitos aspectos da realidade brasileira, fornecendo considerável material para reflexões. Os personagens, nascidos de contato direto com o ambiente, estão exemplarmente delineados. Principalmente Romana e Tião. A introdução de uma temática urbana, o conflito de classes, a atuação política de Otávio, o problema fundamental de Tião, são aspectos positivos que contribuem para o desenvolvimento da nova dramaturgia brasileira.


A VERDADE SOBRE A TRAGÉDIA DOS ROMANOV
Marc Ferro

Em um relato emocionante, Marc Ferro refuta um verdadeiro tabu da história e lança luz sobre um dos maiores mistérios do século XX.

Na noite de 16 para 17 de julho de 1918, na região dos Urais, o tsar Nicolau II, sua esposa e seus filhos – Olga, Tatiana, Maria, Anastásia e Alexei, o tsarévitche – foram executados pelos bolcheviques. O autor, porém, jamais acreditou nessa versão oficial.
Com base em documentos, e com o rigor dos grandes historiadores, Marc Ferro questiona o assassinato dos Romanov.

Marc Ferro é historiador e diretor acadêmico da prestigiada Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais, em Paris, codiretor da revista Les Annales e coeditor do Journal of Contemporary History. Também é especialista em história europeia do início do século XX, em história da Rússia e da União Soviética.

Um comentário:

  1. Oi Luiza,
    O catálogo Literário do Grupo Editorial Record não faz muito o meu gênero, mas possuem títulos bem legais pra quem curte esse tipo de literatura. Dois livros chamaram a minha atençao: DIÁRIO DO CONDE D’EU e A SÁBIA INGENUIDADE DE DR. JOÃO PINTO GRANDE (muito engraçado esse título)
    Beijos,
    André | Garotos Perdidos

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